Lloyds aponta principais riscos dos drones
Fonte: Jornal do Commercio - RJ
O mais novo relatório do Lloyds de Londres, maior centro de resseguros do mundo, sobre o setor de drones, adverte que fabricantes e usuários dessa tecnologia precisam levar em consideração as preocupações relacionadas à segurança e vigilância. Isso porque ataques cibernéticos, pilotos imprudentes e violações de privacidade são hoje as principais ameaças à indústria de drones, segundo aponta o estudo, denominado ‘Drones Take Flight’.
O Lloyds lembra que o uso civil e comercial de drones está em expansão e encontrando uma gama crescente de aplicações em vários segmentos comerciais. E prevê que essa indústria, daqui a dez anos, movimentará US$ 91 bilhões. Ao encontro desse segmento, o mercado já dispõe de programas padrões de seguro de drones, cobrindo responsabilidade civil, perdas e danos materiais aos componentes do sistema durante a operação ou em trânsito. São apólices que podem ser adaptadas para atender às exposições individuais e podem também incluir responsabilidade de executivos, profissionais, empregadores e de produtos, entre outras proteções.
O controle eficaz de espaço aéreo e tecnologia de prevenção de colisões são citados no relatório do Lloyds como requisitos fundamentais para o seguro de drones que operam em espaço aéreo congestionado. Com esse cenário delineado, os seguradores estão propensos a exigir dos operadores de drones medidas mais rigorosas para mitigar os riscos.
O gerente de Riscos Emergentes e Pesquisa do Lloyds, Nick Beecroft, diz que os drones têm um potencial significativo, mas são ao mesmo tempo uma tecnologia emergente controversa. “À medida que o mercado de drones continua a crescer, o mesmo acontece com a interação de exposições ao risco”, comenta.
A cautela na subscrição de risco faz parte do negócio, em um mercado em fase inicial, no qual, na avaliação do presidente do Lloyds Brasil, Marco Castro, a demanda por seguros tende a aumentar à medida que as aplicações comerciais e a aceitação dos drones se expandirem.
O mais novo relatório do Lloyds de Londres, maior centro de resseguros do mundo, sobre o setor de drones, adverte que fabricantes e usuários dessa tecnologia precisam levar em consideração as preocupações relacionadas à segurança e vigilância. Isso porque ataques cibernéticos, pilotos imprudentes e violações de privacidade são hoje as principais ameaças à indústria de drones, segundo aponta o estudo, denominado ‘Drones Take Flight’.
O Lloyds lembra que o uso civil e comercial de drones está em expansão e encontrando uma gama crescente de aplicações em vários segmentos comerciais. E prevê que essa indústria, daqui a dez anos, movimentará US$ 91 bilhões. Ao encontro desse segmento, o mercado já dispõe de programas padrões de seguro de drones, cobrindo responsabilidade civil, perdas e danos materiais aos componentes do sistema durante a operação ou em trânsito. São apólices que podem ser adaptadas para atender às exposições individuais e podem também incluir responsabilidade de executivos, profissionais, empregadores e de produtos, entre outras proteções.
O controle eficaz de espaço aéreo e tecnologia de prevenção de colisões são citados no relatório do Lloyds como requisitos fundamentais para o seguro de drones que operam em espaço aéreo congestionado. Com esse cenário delineado, os seguradores estão propensos a exigir dos operadores de drones medidas mais rigorosas para mitigar os riscos.
O gerente de Riscos Emergentes e Pesquisa do Lloyds, Nick Beecroft, diz que os drones têm um potencial significativo, mas são ao mesmo tempo uma tecnologia emergente controversa. “À medida que o mercado de drones continua a crescer, o mesmo acontece com a interação de exposições ao risco”, comenta.
A cautela na subscrição de risco faz parte do negócio, em um mercado em fase inicial, no qual, na avaliação do presidente do Lloyds Brasil, Marco Castro, a demanda por seguros tende a aumentar à medida que as aplicações comerciais e a aceitação dos drones se expandirem.
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